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27/07/2007

27.07.2007


Quem me conhece profissionalmente ou já me lê algum tempo, sabe que sou acérrimo defensor da Educação Rodoviária.


É minha convicção que se deve actuar na formação dos mais novos nesta área, por forma a se criarem rotinas de bom comportamento cívico e rodoviário.


Este é, quanto a mim, uma das formas de mudar comportamentos no futuro, hoje em dia reprováveis.


Foi com base nesta convicção que pensei no projecto "Criança Mais".


Trata-se de um projecto, numa fase inicial, que visa uma primeira abordagem ao meio rodoviário por parte das crianças.


Sustentado numa apresentação projectada, esta formação foca os temas Peão, Ciclista e Passageiro.


No final é distribuido um pequeno manual de elaboração caseira e conjunta, com textos "Segurança Integral" e ilustração da Belinha Fernandes.

Numa segunda fase, este projecto desenvolve um jogo rodoviário composto por um exercício teórico e oito práticos, onde as crianças em equipa o vão executar, aprendendo com muita alegria e brincadeira.
Texto: Jorge Ortolá

24/07/2007

24.07.2007

A intenção de promover acções a custo € 0 para quem as frequenta, está sempre presente.

É, no meu entender, uma forma de aliciar eventuais interessados a participarem nos eventos.

Acontece que há custos de organização e desenvolvimento das acções. Custos esses que têm de ser suportados por alguém.

Quando inicio a planificação de um projecto, faço-o sempre com uma enorme vontade de o levar até ao fim. No entanto não me é praticável assumir os custos inerentes.

Há então que resolver o problema que surge. É aí que devem aparecer os parceiros que, a troco de publicidade possam suportar o orçamento previsto.

Os parceiros podem ser públicos e/ou privados.

O orçamento de Estado contempla verba a ser aplicada no apoio ao desenvolvimento de acções de educação, prevenção e segurança odoviária.

No que a mim diz respeito, nem direito a uma resposta por parte dos responsáveis do MAI - Ministério da Administração Interna tenho tido.

Quanto ao Governo Civil, só apoia entidades públicas.

Os privados lá começam a aparecer, mas em pouco número. Acham que estes apoios não lhes trazem retorno.

Até aqui tem que se alterar os comportamentos.
Texto: Jorge Ortolá

23/07/2007

23.07.2007

Muitas vezes irei, ao longo destes posts, utilizar a palavra "eu" e tantas outras vezes a palavra "nós", para abordar o desenvolvimento de acções.

Tal acontece, pois quando utilizo a palavra "nós" estou a a englobar no discurso a equipa eu "Segurança Integral" e os parceiros residentes ou pontuais.

21/07/2007

20.07.2007

O projecto "Segurança Integral" surgiu em 2005 com o propósito de promover mais informação na área do Sistema de Circulação Rodoviário, abordando e sensibilizando para a Educação, Segurança e Prevenção Rodoviária.

Não estando o objectivo principal ao alcance de uma concretização imediata, pretende-se que de uma forma contínua e continuada tal aconteça.

Para tal, através da publicação de textos, imagens, videos, acções de formação e campanhas de sensibilização, vai-se tentar chegar cada vez mais aos cidadãos condutores e não só.

Sendo eu o mentor deste projecto, sou também o promotor das acções, organizador e formador de serviço.

"Segurança Integral" é então a imagem representativa e de referência de um formador que, a título particular, desenvolve projectos e os materializa, procurando com eles a sensibilização de terceiros para a realidade da sinistralidade rodoviária.

Como resultado final, procuro alterações a comportamentos rodoviários negativos e promotores de conflito.
Texto: Jorge Ortolá