27/09/2007

27.09.2007

Um dos mais comuns acidentes envolvendo veículos de duas odas acontece em cruzamentos e entroncamentos.

Devido à sua pouca dimensão, os veículos de duas rodas "fogem" com facilidade à percepção dos outros condutores.

Quando iniciar a marcha à entrada de um cruzamento ou entroncamento, não se esqueça de rectificar se vem alguém do lado esquerdo e do lado direito. Só desta forma poderá evitar um acidente.

Texto: Jorge Ortolá
Video: YouTube

25/09/2007

25.09.2007


Segundo o Dec Lei 45/2005 de 23 de fevereiro que sofreu alteração com o Dec. Lei 103/2005 de 24 de Junho (artº 4º), a revalidação das cartas de condução sofreu alterações.

" Artigo 4ª

1 - A habilitação titulada pelas cartas de condução é válida pelos períodos nelas averbados.


2 - O termo de validade das habilitações tituladas pelas cartas ocorre nas datas em que os seus titulares perfaçam as idades:


a) Condutores das categorias A, B, e B+E, ou sub-categorias A1 e B1 - 50, 60 65, 70 e posteriormente de 2 em 2 anos.


b) Condutores de veículos das categorias C e C+E e das sub-categorias C1 e C1+E - 40, 45, 50, 55, 60, 65 e posteriormente de 2 em 2 anos.


c) Condutores de veículos das categorias D e D+E e da sub-categoria D1 e D1+E - 40, 45, 50, 55, 60 e 65


3 - Só podem conduzir automóveis das categorias D e D+E e C+E cujo peso bruto exceda 20 000 Kg os condutores de idade até 65 anos.


4 - ........


5 - O titular da carta de condução emitida antes da entrada em vigor do presente diploma mantém a habilitação até que ocorra o primeiro termo de validade, nos termos das alineas do nº 2."

Nota: Na alinea c) do nº2, faz o texto referência à renovação das cartas da categoria D, D+E e D1, D1+E. O ponto 3 faz a coreção para a não possibilidade de renomação destas categorias nos 65 anos.


Quem na sua carta de condução tiver a data de validade nos 65 anos de idade, deve substitui-la no ano em que faz 50 anos. Se em 2008 já tiver mais de 50 anos e menos de 60, então só a tem de substituir aos 60.

20/09/2007

20.09.07

Quando ocorre um acidente, a primeira causa justificativa é o excesso de velocidade. Tal acontece porque o Código da Estrada regulamenta que é "excesso de velocidade" sempre que o condutor excede os limites estabelecidos ou sempre que não consegue imobilizar o seu veículo no espaço livre e visivel à sua frente.

Para mim, mais preocupante do que definir o excesso de velocidade, é a falta de noção que existe no universo automobilista sobre o triangulo velocidade/ distância de travagem/ distância de segurança.

A distãncia de segurança deve ser o resultado da conjugação velocidade/ distância de travagem.

Sabia o (a) amigo (a) leitor (a) que a 90 Km/h o veículo percorre 25 metros por segundo ?

Em condições normais um condutor demora entre 0,7 segundo e 1 segundo a reagir a um estímulo. Ou seja, a 90 Km/h um condutor percore entre 21 a 25 metros durante o seu tempo de reacção.

Se a resposta a esse estímulo for travar, então vai o veículo precisar de cerca de 40 metros para se imobilizar, o que dá um total de 61 a 65 metros percorridos desde o momento em que surge o estímulo à imobilização do veículo.

Parece-lhe pouco ? Conte entre 61 e 65 passos largos e verifique a distãncia. Tinha noção destes valores, ou acha que são apenas teorias ?

Afinal o grande problema não é apenas a velocidade, mas sim o triângulo onde ela está inserida: Velocidade/ Distância de Travagem/ Distãncia de Segurança.

Esta informação é importante para que as pessoas percebam o risco iminente em que se colocam. No entanto tem falhado a sua articulação pelo mundo rodoviário.

Espero desta forma fazer com que percebam da demais importãncia de actuar sobre este triângulo, não ignorando nenhum dos vértices.
Texto: Jorge Ortolá

18/09/2007

18.09.07

O cansaço e a sonolência são dois factores de sinistralidade rodoviária.
Pensar que o sono não o atinge enquanto conduz, é colocar-se num patamar de elevado perigo, pois não reconhece os sinais de adormecimento eminente.

Pense... lembra-se de ter adormecido ontem à noite ?...

video
Texto: Jorge Ortolá
Video: Flixvault

17/09/2007

17.09.07

Para o mais novo piloto a ser campeão do WRC e um dos melhores de todos os tempos, fica o nosso tributo após a sua morte na queda de um helicóptero.

10/09/2007

10.09.2007


Tenho assistido a uma verdadeira falta de bom senso rodoviário por parte de alguns carteiros.


Tornou-se moda, com cada vez mais adeptos, o mau uso do capacete de protecção que, não só passa pela má escolha do tipo de capacete, como o não aperto da fivela de segurança.

Apesar de muitos desses carteiros se acharem impunes a qualquer acidente rodoviário, a verdade é que mesmo a pequena velocidade as consequências num sinistro podem ser aterrorizadoras.

Alerta-se então os profissionais para o facto de o simples aperto da fivela de segurança lhes poder salvar a vida, mas também para o facto de, quando da escolha do capacete, terem sempre presente o item "Nível de Segurança e Protecção" que este proporciona ao seu utilizador.

A Segurança Integral recomenda os Modulares.


Aos CTT, recomenda-se que promovam ou proporcionem aos seus profissionais formação capaz de sensibilizar para os níveis, métodos e procedimentos de segurança recomendada.
Texto: Jorge Ortolá

07/09/2007

07.09.07

Já se encontram disponíveis as imagens da Acção de Formação 3ª Segurança Mais que se realizou a 30 de Junho de 2007 e contou com a presença de 14 formandos.

Com uma sessão teórica de manhã a ser realizada nas instalações do nosso parceiro Escola de Condução Praia da Claridade, à tarde desenrolou-se a prática da formação na Zona Industrial da Figueira da Foz.

Aí foram desenvolvidos quatro exercícios. Contou-se com o apoio dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz que disponibilizaram uma viatura auto-tanque para apoio aà preparação da via.
Texto: Jorge Ortolá