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28/08/2007

28.08.2007

O cinto de segurança, elemento da segurança passiva, tem como função única evitar que os ocupantes de um automóvel sejam projectados em caso de acidente ou travagem de emergência.


Sendo, desde 1998, obrigatório o uso também dentro das localidades, alguns foram os grupos que ficaram isentos dessa obrigatoriedade (forças de segurança, missão urgênte de socorro e taxistas)
Num embate a 50 Km/h o nosso corpo aumenta cerca de 10 x o seu peso.

A segurança que o uso do cinto de segurança proporciona é igual para todos. Não estando ninguém impune ao sinistro rodoviário, não se entende este "presente envenenado" que a Lei oferece a estes condutores.
Falar no transporte de passageiros e não abordar o transporte de animais domésticos seria um acto de muito egoísmo.
Quem tem gatos e cães, saibam que também eles têm e devem ser transportados em segurança.
Um animal que pese 5Kg, numa numa travagem de emergência, pode ser projectado contra os passageiros de um veículo com um peso a rondar os 50Kg. Este choque pode provocar lesões graves e irreversíveis nos ocupantes do veículo e nos animais.
A fim de evitar essa possibilidade, devem os animais ser transportados com acessórios próprios (caixas transporte) estando, no entanto, ao dispôr dos caninos, um cinto de segurança cómodo e seguro, que lhes permite viajar ao lado do dono.
Utilizar e fazer utilizar o cinto de segurança é, acima de tudo, um gesto de bom senso.
Texto: Jorge Ortolá

27/08/2007

27.08.2007

Usar o cinto de segurança no banco de trás é tão importante como o utilizar no banco da frente.
Um simples gesto pode fazer a diferença entre viver e morrer.

27/07/2007

27.07.2007


Quem me conhece profissionalmente ou já me lê algum tempo, sabe que sou acérrimo defensor da Educação Rodoviária.


É minha convicção que se deve actuar na formação dos mais novos nesta área, por forma a se criarem rotinas de bom comportamento cívico e rodoviário.


Este é, quanto a mim, uma das formas de mudar comportamentos no futuro, hoje em dia reprováveis.


Foi com base nesta convicção que pensei no projecto "Criança Mais".


Trata-se de um projecto, numa fase inicial, que visa uma primeira abordagem ao meio rodoviário por parte das crianças.


Sustentado numa apresentação projectada, esta formação foca os temas Peão, Ciclista e Passageiro.


No final é distribuido um pequeno manual de elaboração caseira e conjunta, com textos "Segurança Integral" e ilustração da Belinha Fernandes.

Numa segunda fase, este projecto desenvolve um jogo rodoviário composto por um exercício teórico e oito práticos, onde as crianças em equipa o vão executar, aprendendo com muita alegria e brincadeira.
Texto: Jorge Ortolá

24/07/2007

24.07.2007

A intenção de promover acções a custo € 0 para quem as frequenta, está sempre presente.

É, no meu entender, uma forma de aliciar eventuais interessados a participarem nos eventos.

Acontece que há custos de organização e desenvolvimento das acções. Custos esses que têm de ser suportados por alguém.

Quando inicio a planificação de um projecto, faço-o sempre com uma enorme vontade de o levar até ao fim. No entanto não me é praticável assumir os custos inerentes.

Há então que resolver o problema que surge. É aí que devem aparecer os parceiros que, a troco de publicidade possam suportar o orçamento previsto.

Os parceiros podem ser públicos e/ou privados.

O orçamento de Estado contempla verba a ser aplicada no apoio ao desenvolvimento de acções de educação, prevenção e segurança odoviária.

No que a mim diz respeito, nem direito a uma resposta por parte dos responsáveis do MAI - Ministério da Administração Interna tenho tido.

Quanto ao Governo Civil, só apoia entidades públicas.

Os privados lá começam a aparecer, mas em pouco número. Acham que estes apoios não lhes trazem retorno.

Até aqui tem que se alterar os comportamentos.
Texto: Jorge Ortolá

23/07/2007

23.07.2007

Se os bonecos o usam, porque não o usa você também ?