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11/12/2007

11.12.2007

Boas Festas e conduza com segurança.

08/11/2007

08.11.2007

Cada vez mais a segurança activa e passiva faz parte da realidade automóvel.

Pretende-se com o incrementar destes sistemas que, em situação de acidente, os ocupantes dos veículos e os peões estejam cada vez mais protegidos das consequências inerentes.

Gastam-se milhões de euros em estudos, fazem-se testes e mais testes, mas infelizmente muitos ainda são os condutores que não interiorizam que, para além de todos os sistemas que se possam desenvolver, é no seu comportamento que podemos ir buscar uma melhoria na socialização dos elementos que comportam o meio rodoviário.

No video seguinte podemos verificar que, num crash-test desenvolvido a 128 km/h (dobro do normal), aquele pequeno veículo apresenta um nível de segurança fantástico.

O problema é que o corpo humano, num embate daqueles, não suportava a desacelaração exercida e iria sofrer elevados danos.


Texto: Jorge Ortolá
Video: YouTube.com

10/09/2007

10.09.2007


Tenho assistido a uma verdadeira falta de bom senso rodoviário por parte de alguns carteiros.


Tornou-se moda, com cada vez mais adeptos, o mau uso do capacete de protecção que, não só passa pela má escolha do tipo de capacete, como o não aperto da fivela de segurança.

Apesar de muitos desses carteiros se acharem impunes a qualquer acidente rodoviário, a verdade é que mesmo a pequena velocidade as consequências num sinistro podem ser aterrorizadoras.

Alerta-se então os profissionais para o facto de o simples aperto da fivela de segurança lhes poder salvar a vida, mas também para o facto de, quando da escolha do capacete, terem sempre presente o item "Nível de Segurança e Protecção" que este proporciona ao seu utilizador.

A Segurança Integral recomenda os Modulares.


Aos CTT, recomenda-se que promovam ou proporcionem aos seus profissionais formação capaz de sensibilizar para os níveis, métodos e procedimentos de segurança recomendada.
Texto: Jorge Ortolá

26/07/2007

26.07.2007

Quando pretender ultrapassar, não se esqueça que a manobra comporta riscos.
Dizer que dá tempo, pode não vir a ser uma realidade.

25/07/2007

25.07.2007

Acontece a muito boa gente vender o seu automóvel a um stand "beira de estrada" ou a um particular e estes não passarem o titulo de registo de propriedade para seu nome.

Já despreocupados em relação à antiga viatura, eis que somos contemplados com uma contra-ordenação por incumprimento ao Código da estrada ou com uma comunicação das finanças para pagamento de imposto municipal (no caso dos veículos comerciais).

A questão que se coloca é, "se já não tenho o carro à tanto tempo, como vou resolver isto ?".

A resposta é simples, depois de lido este post.

Duas hipóteses:

Entrar em contacto com a pessoa ou stand comprador e resolver a situação (que nem sempre é fácil, pois podemos não ter o contacto do comprador ou o stand já não existir)

Elaborar um requerimento aos serviços da Direcção Geral de Viação e requerer a apreensão do veículo.

Esse requerimento deve ser elaborado em documento modelo 1406, acompanhado com fotocópia do B.I e com o valor de € 2,5 de Taxa.

A entrega dos documentos deve ser feita nos serviços da DGV ou na Loja do Cidadão.

Do requerimento deve fazer parte o seguinte texto:
Tendo vendido em, .../.../..., o veículo de matricula ...................., categoria ................, modelo ..................., a ................................, morada ......................................., localidade ........................., Código Postal ..............................e, não tendo, até à data sido efectuada a respectiva transferência de propriedade, vem por este meio solicitar a V.Ex. se digne mandar apreender o referido veículo ao abrigo do disposto na alinea e) do nº 1 do artº 162 do Código da Estrada, para efeitos da respectiva regularização.

Pede deferimento,
Local e data
...............................................
(assinatura conforme B.I.

23/07/2007

23.07.2007

Muitas vezes irei, ao longo destes posts, utilizar a palavra "eu" e tantas outras vezes a palavra "nós", para abordar o desenvolvimento de acções.

Tal acontece, pois quando utilizo a palavra "nós" estou a a englobar no discurso a equipa eu "Segurança Integral" e os parceiros residentes ou pontuais.

21/07/2007

20.07.2007

O projecto "Segurança Integral" surgiu em 2005 com o propósito de promover mais informação na área do Sistema de Circulação Rodoviário, abordando e sensibilizando para a Educação, Segurança e Prevenção Rodoviária.

Não estando o objectivo principal ao alcance de uma concretização imediata, pretende-se que de uma forma contínua e continuada tal aconteça.

Para tal, através da publicação de textos, imagens, videos, acções de formação e campanhas de sensibilização, vai-se tentar chegar cada vez mais aos cidadãos condutores e não só.

Sendo eu o mentor deste projecto, sou também o promotor das acções, organizador e formador de serviço.

"Segurança Integral" é então a imagem representativa e de referência de um formador que, a título particular, desenvolve projectos e os materializa, procurando com eles a sensibilização de terceiros para a realidade da sinistralidade rodoviária.

Como resultado final, procuro alterações a comportamentos rodoviários negativos e promotores de conflito.
Texto: Jorge Ortolá